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EMET EFATÁ 04 · MARCOS 5.1-20

PEDIRAM QUE ELE FOSSE EMBORA.

EMET EFATÁ · 04

Pediram que ele fosse embora

emetefata.com.br

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A cidade rogou que Jesus fosse embora (Mc 5.17); quando ele voltou a Decápolis, onde o homem curado tinha contado o que ele fez, o mesmo verbo reaparece: rogaram que tocasse num surdo (Mc 7.32), e ali Jesus disse “Efatá”.Da pregação 12 · Pediram Que Ele Fosse Embora

O que o filme mostra

  1. 01

    Correntes que não seguravam

    O homem morava no cemitério da região, entre túmulos cavados na rocha. A cidade já o tinha acorrentado muitas vezes, nas mãos e nos pés, e ele arrebentava tudo: "nem ainda com cadeias podia alguém prendê-lo; porque, tendo sido muitas vezes preso com grilhões e cadeias, as cadeias foram por ele feitas em pedaços, e os grilhões em migalhas; e ninguém o podia domar" Mc 5.3-4. Os grilhões, πέδαι (pedai), eram os ferros dos pés. Vivia gritando, de dia e de noite, e se feria com pedras Mc 5.5.

    Dois capítulos antes, Jesus tinha dito: "ninguém pode entrar na casa do valente e roubar-lhe os bens, se primeiro não amarrar o valente" Mc 3.27. No grego, "prendê-lo" em 5.3 é δῆσαι (dēsai), o mesmo verbo de "amarrar" em 3.27. E "ninguém o podia domar" é, ao pé da letra, "ninguém tinha força" (οὐδεὶς ἴσχυεν, oudeis ischyen), da raiz de ἰσχυρός (ischyros), o "valente" de 3.27, a mesma palavra com que João Batista anunciou Jesus: "Após mim vem aquele que é mais poderoso do que eu" Mc 1.7. A cidade não teve força para amarrar; Jesus não usou corrente nenhuma. Falou Mc 5.8 e permitiu Mc 5.13. Ler 5.3-4 à luz de 3.27 é leitura apoiada nas palavras; Marcos não cita 3.27 aqui.

  2. 02

    O medo veio depois da calma

    Marcos não diz que a cidade teve medo do homem acorrentado. Diz que tentaram prendê-lo, muitas vezes; Lucas acrescenta que "guardavam-no preso com grilhões e cadeias" Lc 8.29. O verbo "temer" só aparece quando o veem curado: "viram o endemoninhado, o que tivera a legião, sentado, vestido, e em perfeito juízo; e temeram" Mc 5.15. "Em perfeito juízo" é σωφρονοῦντα (sōphronounta): com a cabeça no lugar. Para o homem furioso eles tinham um recurso, a corrente. Para o homem calmo ao lado de Jesus não tinham nenhum.

    "Temeram", em 5.15, é ἐφοβήθησαν (ephobēthēsan), exatamente a forma usada pouco antes, no barco: "E cessou o vento, e fez-se grande bonança" Mc 4.39, e então "Encheram-se de grande temor, e diziam uns aos outros: Quem, porventura, é este, que até o vento e o mar lhe obedecem?" Mc 4.41. Durante a tempestade Jesus os tinha chamado de "tímidos" Mc 4.40, outra palavra (δειλοί, deiloi). Nos dois relatos o grande medo vem depois da calma, diante de quem a fez: o mar acalmado, o homem acalmado. Os discípulos ficaram no barco perguntando quem ele era. A cidade pediu que ele fosse embora, e Lucas dá o motivo: "estavam possuídos de grande medo" Lc 8.37.

  3. 03

    Todos rogam; um só ouve não

    Em Marcos 5, todo mundo pede alguma coisa a Jesus, e a Almeida usa o mesmo verbo para todos, "rogar", como o grego (παρακαλέω, parakaleō, pedir com insistência). Os demônios rogam que não sejam mandados para fora da região Mc 5.10 e que possam entrar nos porcos Mc 5.12: "E ele lho permitiu" Mc 5.13. A cidade roga que ele saia Mc 5.17, e ele entra no barco. O homem curado roga "que o deixasse estar com ele" Mc 5.18, e é o único que ouve não: "Jesus, porém, não lho permitiu" Mc 5.19. Em português os dois "permitiu" parecem o mesmo verbo; no grego são dois (ἐπέτρεψεν e οὐκ ἀφῆκεν), com o mesmo sentido.

    "Estar com ele" é a expressão do chamado dos Doze: "designou doze para que estivessem com ele, e os mandasse a pregar" Mc 3.14 (ἵνα ὦσιν μετ’ αὐτοῦ). O homem pediu a primeira metade e recebeu a segunda: foi mandado, e "começou a publicar em Decápolis" Mc 5.20. "Pregar" em 3.14 e "publicar" em 5.20 são o mesmo verbo grego, κηρύσσω (kēryssō).

  4. 04

    Rogaram que fosse; rogaram que tocasse

    Decápolis era uma região de dez cidades de língua grega, a leste e ao sul do mar da Galileia; Gerasa e Gadara estavam entre elas. Lá, "começaram a rogar-lhe que se retirasse dos seus termos" Mc 5.17. Dois capítulos depois Jesus volta: "foi por Sidom até o mar da Galiléia, passando pelas regiões de Decápolis. E trouxeram-lhe um surdo, que falava dificilmente; e rogaram-lhe que pusesse a mão sobre ele" Mc 7.31-32. O verbo do pedido é o mesmo, παρακαλέω. E os "termos" de 5.17 e as "regiões" de 7.31 são no grego a mesma palavra, ὅρια (horia), os limites de um território; a Almeida traduz de dois jeitos. Na primeira visita pediram que ele saísse dos limites deles. Na segunda, dentro dos limites de Decápolis, pediram que ele tocasse num doente.

    Foi ali que Jesus, "erguendo os olhos ao céu, suspirou e disse-lhe: Efatá; isto é Abre-te" Mc 7.34 (Εφφαθα, διανοίχθητι), a palavra que dá nome a esta série. E quem viu fez o que o homem de Gerasa tinha feito: "quando mais lho proibia, tanto mais o divulgavam" Mc 7.36. "Divulgavam" é outra vez κηρύσσω. Entre os dois pedidos, Marcos deixou em Decápolis um homem contando "tudo quanto lhe fizera Jesus" Mc 5.20.

  5. 05

    "O Senhor" e "Jesus"

    Jesus mandou o homem contar "o quanto o Senhor te fez, e como teve misericórdia de ti" Mc 5.19. O homem saiu contando "tudo quanto lhe fizera Jesus" Mc 5.20. No grego, ὁ κύριος (ho kyrios) na ordem e ὁ Ἰησοῦς na obediência, e Marcos não corrige a troca. É o mesmo livro que abre aplicando a Jesus o "Preparai o caminho do Senhor" de Isaías Mc 1.3. O que o Senhor fez, Jesus fez. O demônio já tinha dito quem ele era: "Jesus, Filho do Deus Altíssimo" Mc 5.7.

    E ele atendeu o pedido da cidade. Não discutiu, não ficou à força, não amaldiçoou ninguém: entrou no barco. Mas não deixou a cidade sem testemunha, e voltou. No filme, a cidade olha o mar onde a manada afundou e aponta para o barco; o homem de manto fica na praia e vai para casa.

Os detalhes do filme

A travessia de Mc 4.35-41 termina em "Chegaram então ao outro lado do mar, à terra dos gerasenos" Mc 5.1; por isso o barco chega num mar já calmo. Eles tinham saído "quando já era tarde" Mc 4.35, mas a hora da chegada não está no texto: a noite, a lua, as estrelas e os grilos são escolha do desenho, e o sol que nasce atrás das colinas também (a terra dos gerasenos fica na margem leste do lago). Os sepulcros abertos na rocha, as pedras no chão, as correntes nas mãos e os grilhões nos pés vêm de Mc 5.3-5. O filme não sintetiza grito: a agitação do homem é vento. Também não desenha demônio: o sopro que passa do homem para o monte é escolha do desenho, porque Marcos só diz que "Saindo, então, os espíritos imundos, entraram nos porcos" Mc 5.13. A manada aparece com onze porcos; o texto diz "uns dois mil". Os porqueiros que fogem são de Mc 5.14. O manto no homem sentado vem de "vestido" Mc 5.15; Lucas diz que ele "havia muito tempo não vestia roupa" Lc 8.27. As correntes partidas no chão, de dia, são escolha do desenho. O mapa é esquemático, fora de escala; da viagem de Mc 7.31, que sai de Tiro e passa por Sidom, mostra só a chegada pelo norte. Os manuscritos variam entre gerasenos, gadarenos e gergesenos; o filme segue a Almeida.

O que o filme não afirma

Não afirma que foi o testemunho do homem que mudou Decápolis. Marcos põe os dois pedidos na mesma região, com o mesmo verbo, e entre eles o homem pregando; a ligação de causa é inferência provável, e o texto não a declara.

Não afirma que a cidade pediu por causa dos porcos. O texto diz que temeram Mc 5.15 e que ouviram "acerca dos porcos" antes de pedir Mc 5.16-17; Lucas dá o motivo com todas as letras: medo Lc 8.37. Que o prejuízo pesou na conta é leitura provável, e já está em Calvino: ele põe a causa principal no medo, como Lucas, mas admite que o medo vinha em parte da perda dos porcos. A frase "a cidade preferiu os porcos" é aplicação da pregação, não citação: o filme põe o homem curado de um lado e o mar da manada do outro, e deixa a conta para quem assiste.

Não afirma que todo sofrimento seja possessão. O texto trata de uma possessão declarada, com diálogo registrado. Ansiedade, depressão e doença mental não são o assunto, e tratá-las como demônio fere quem precisa de cuidado.

Não afirma que Jesus desistiu da cidade. Ele saiu a pedido, deixou lá o homem com uma tarefa e voltou à região.

O traço em terracota é sinal, não retrato: não tem rosto nem aparência. É sempre o mesmo, em todos os filmes da Emet Efatá, e marca onde ele está na cena. No mapa, a linha terracota é o caminho dele.


Versículos consultados

Todas as passagens citadas no estudo, em ordem canônica, com o texto por extenso — 3 livros, 56 versículos. Clique no + para abrir cada livro.

Texto da Almeida Revisada Imprensa Bíblica, de domínio público. Os trechos transcritos na NVI ao longo do estudo estão listados abaixo.

Mateus8.28-34  ·  7 vers.
  • 8.28  Tendo ele chegado ao outro lado, à terra dos gadarenos, saíram-lhe ao encontro dois endemoninhados, vindos dos sepulcros; tão ferozes eram que ninguém podia passar por aquele caminho.
  • 8.29  E eis que gritaram, dizendo: Que temos nós contigo, Filho de Deus? Vieste aqui atormentar-nos antes do tempo?
  • 8.30  Ora, a alguma distância deles, andava pastando uma grande manada de porcos.
  • 8.31  E os demônios rogavam-lhe, dizendo: Se nos expulsas, manda-nos entrar naquela manada de porcos.
  • 8.32  Disse-lhes Jesus: Ide. Então saíram, e entraram nos porcos; e eis que toda a manada se precipitou pelo despenhadeiro no mar, perecendo nas águas.
  • 8.33  Os pastores fugiram e, chegando à cidade, divulgaram todas estas coisas, e o que acontecera aos endemoninhados.
  • 8.34  E eis que toda a cidade saiu ao encontro de Jesus; e vendo-o, rogaram-lhe que se retirasse dos seus termos.
Marcos1.3,7; 3.14,27; 4.35-41; 5.1-20; 7.31-32,34,36  ·  35 vers.
  • 1.3  voz do que clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor, endireitai as suas veredas;
  • 1.7  E pregava, dizendo: Após mim vem aquele que é mais poderoso do que eu, de quem não sou digno de, inclinando-me, desatar a correia das alparcas.
  • 3.14  Então designou doze para que estivessem com ele, e os mandasse a pregar;
  • 3.27  Pois ninguém pode entrar na casa do valente e roubar-lhe os bens, se primeiro não amarrar o valente; e então lhe saqueará a casa.
  • 4.35  Naquele dia, quando já era tarde, disse-lhes: Passemos para o outro lado.
  • 4.36  E eles, deixando a multidão, o levaram consigo, assim como estava, no barco; e havia com ele também outros barcos.
  • 4.37  E se levantou grande tempestade de vento, e as ondas batiam dentro do barco, de modo que já se enchia.
  • 4.38  Ele, porém, estava na popa dormindo sobre a almofada; e despertaram-no, e lhe perguntaram: Mestre, não se te dá que pereçamos?
  • 4.39  E ele, levantando-se, repreendeu o vento, e disse ao mar: Cala-te, aquieta-te. E cessou o vento, e fez-se grande bonança.
  • 4.40  Então lhes perguntou: Por que sois assim tímidos? Ainda não tendes fé?
  • 4.41  Encheram-se de grande temor, e diziam uns aos outros: Quem, porventura, é este, que até o vento e o mar lhe obedecem?
  • 5.1  Chegaram então ao outro lado do mar, à terra dos gerasenos.
  • 5.2  E, logo que Jesus saíra do barco, lhe veio ao encontro, dos sepulcros, um homem com espírito imundo,
  • 5.3  o qual tinha a sua morada nos sepulcros; e nem ainda com cadeias podia alguém prendê-lo;
  • 5.4  porque, tendo sido muitas vezes preso com grilhões e cadeias, as cadeias foram por ele feitas em pedaços, e os grilhões em migalhas; e ninguém o podia domar;
  • 5.5  e sempre, de dia e de noite, andava pelos sepulcros e pelos montes, gritando, e ferindo-se com pedras,
  • 5.6  Vendo, pois, de longe a Jesus, correu e adorou-o;
  • 5.7  e, clamando com grande voz, disse: Que tenho eu contigo, Jesus, Filho do Deus Altíssimo? conjuro-te por Deus que não me atormentes.
  • 5.8  Pois Jesus lhe dizia: Sai desse homem, espírito imundo.
  • 5.9  E perguntou-lhe: Qual é o teu nome? Respondeu-lhe ele: Legião é o meu nome, porque somos muitos.
  • 5.10  E rogava-lhe muito que não os enviasse para fora da região.
  • 5.11  Ora, andava ali pastando no monte uma grande manada de porcos.
  • 5.12  Rogaram-lhe, pois, os demônios, dizendo: Manda-nos para aqueles porcos, para que entremos neles.
  • 5.13  E ele lho permitiu. Saindo, então, os espíritos imundos, entraram nos porcos; e precipitou-se a manada, que era de uns dois mil, pelo despenhadeiro no mar, onde todos se afogaram.
  • 5.14  Nisso fugiram aqueles que os apascentavam, e o anunciaram na cidade e nos campos; e muitos foram ver o que era aquilo que tinha acontecido.
  • 5.15  Chegando-se a Jesus, viram o endemoninhado, o que tivera a legião, sentado, vestido, e em perfeito juízo; e temeram.
  • 5.16  E os que tinham visto aquilo contaram-lhes como havia acontecido ao endemoninhado, e acerca dos porcos.
  • 5.17  Então começaram a rogar-lhe que se retirasse dos seus termos.
  • 5.18  E, entrando ele no barco, rogava-lhe o que fora endemoninhado que o deixasse estar com ele.
  • 5.19  Jesus, porém, não lho permitiu, mas disse-lhe: Vai para tua casa, para os teus, e anuncia-lhes o quanto o Senhor te fez, e como teve misericórdia de ti.
  • 5.20  Ele se retirou, pois, e começou a publicar em Decápolis tudo quanto lhe fizera Jesus; e todos se admiravam.
  • 7.31  Tendo Jesus partido das regiões de Tiro, foi por Sidom até o mar da Galiléia, passando pelas regiões de Decápolis.
  • 7.32  E trouxeram-lhe um surdo, que falava dificilmente; e rogaram-lhe que pusesse a mão sobre ele.
  • 7.34  e erguendo os olhos ao céu, suspirou e disse-lhe: Efatá; isto é Abre-te.
  • 7.36  Então lhes ordenou Jesus que a ninguém o dissessem; mas, quando mais lho proibia, tanto mais o divulgavam.
Lucas8.26-39  ·  14 vers.
  • 8.26  Apontaram à terra dos gerasenos, que está defronte da Galiléia.
  • 8.27  Logo que saltou em terra, saiu-lhe ao encontro um homem da cidade, possesso de demônios, que havia muito tempo não vestia roupa, nem morava em casa, mas nos sepulcros.
  • 8.28  Quando ele viu a Jesus, gritou, prostrou-se diante dele, e com grande voz exclamou: Que tenho eu contigo, Jesus, Filho do Deus Altíssimo? Rogo-te que não me atormentes.
  • 8.29  Porque Jesus ordenara ao espírito imundo que saísse do homem. Pois já havia muito tempo que se apoderara dele; e guardavam-no preso com grilhões e cadeias; mas ele, quebrando as prisões, era impelido pelo demônio para os desertos.
  • 8.30  Perguntou-lhe Jesus: Qual é o teu nome? Respondeu ele: Legião; porque tinham entrado nele muitos demônios.
  • 8.31  E rogavam-lhe que não os mandasse para o abismo.
  • 8.32  Ora, andava ali pastando no monte uma grande manada de porcos; rogaram-lhe, pois que lhes permitisse entrar neles, e lho permitiu.
  • 8.33  E tendo os demônios saído do homem, entraram nos porcos; e a manada precipitou-se pelo despenhadeiro no lago, e afogou-se.
  • 8.34  Quando os pastores viram o que acontecera, fugiram, e foram anunciá-lo na cidade e nos campos.
  • 8.35  Saíram, pois, a ver o que tinha acontecido, e foram ter com Jesus, a cujos pés acharam sentado, vestido e em perfeito juízo, o homem de quem havia saído os demônios; e se atemorizaram.
  • 8.36  Os que tinham visto aquilo contaram-lhes como fora curado o endemoninhado.
  • 8.37  Então todo o povo da região dos gerasenos rogou-lhe que se retirasse deles; porque estavam possuídos de grande medo. Pelo que ele entrou no barco, e voltou.
  • 8.38  Pedia-lhe, porém, o homem de quem haviam saído os demônios que o deixasse estar com ele; mas Jesus o despediu, dizendo:
  • 8.39  Volta para tua casa, e conta tudo quanto Deus te fez. E ele se retirou, publicando por toda a cidade tudo quanto Jesus lhe fizera.

Versões citadas: ARA Almeida Revista e Atualizada · ARC Almeida Revista e Corrigida · AA Almeida Revisada Imprensa Bíblica · NVI Nova Versão Internacional.


Fontes

Emet Efatá 04 · Elaborado por Eric Rocha

Criado em  ·  Última atualização em