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EMET EFATÁ 10 · ÊXODO 16 · JOÃO 6

A PORÇÃO DE CADA DIA.

EMET EFATÁ · 10

A porção de cada dia

emetefata.com.br

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Em Êxodo 16, o mesmo maná, deixado “até a manhã”, apodrece numa noite (16.20) e não apodrece na outra (16.24). O pão é o mesmo; o texto muda uma coisa só: numa noite “não deram ouvidos a Moisés”, na outra foi “como Moisés tinha ordenado”.Da pregação 90 · A Porção de Cada Dia

O que o filme mostra

  1. 01

    Pão para um dia, com uma prova anunciada

    Um mês depois de sair do Egito, no deserto de Sim, o povo reclama de fome e lembra da comida que tinha na escravidão: "quando estávamos sentados junto às panelas de carne, quando comíamos pão até fartar!" Êx 16.3. Deus responde com pão, e diz para que serve a medida antes de o pão cair: "Eis que vos farei chover pão do céu; e sairá o povo e colherá diariamente a porção para cada dia, para que eu o prove se anda em minha lei ou não" Êx 16.4. "Diariamente a porção para cada dia" é, no hebraico, דְּבַר־יוֹם בְּיוֹמוֹ (devar-yôm beyômô), "a coisa de um dia no seu dia". "Para que eu o prove" é לְמַעַן אֲנַסֶּנּוּ (lemaʿan ʾanassennû), da raiz nāsāh, pôr à prova, a mesma de "Deus provou a Abraão" Gn 22.1. A prova não é de fome; é de obediência, "se anda em minha lei ou não". O resto do capítulo é essa prova acontecendo.

  2. 02

    "Que é isto?"

    À tarde vêm as codornizes; de manhã, há uma camada de orvalho em volta do arraial Êx 16.13. Quando o orvalho se vai, "eis que sobre a superfície do deserto estava uma coisa miúda, semelhante a escamas, coisa miúda como a geada sobre a terra" Êx 16.14. O povo olha e pergunta: "Que é isto? porque não sabiam o que era" Êx 16.15. No hebraico a pergunta é מָן הוּא (man hu), e é dela que vem o nome: "A casa de Israel deu-lhe o nome de maná" Êx 16.31. O pão ficou com nome de pergunta. O mesmo versículo o descreve: como semente de coentro, branco, com sabor de bolos de mel. O verbo que a Almeida traduz "desapareceu" (o orvalho, 16.14) é no hebraico וַתַּעַל (vattaʿal), "subiu", o mesmo de "subiram codornizes" no versículo anterior. Por isso, no filme, o orvalho sobe.

  3. 03

    Um gômer por cabeça

    A ordem é colher "um gômer para cada cabeça, segundo o número de pessoas" Êx 16.16. O gômer era uma medida pequena, "a décima parte de uma efa" Êx 16.36, cerca de dois litros pelas estimativas mais comuns (o valor exato é discutido). "E colheram uns mais e outros menos. Quando, porém, o mediam com o gômer, nada sobejava ao que colhera muito, nem faltava ao que colhera pouco" Êx 16.17-18. O esforço variou; a medida, não. Paulo cita esse versículo pela tradução grega ao pedir às igrejas que repartissem com os pobres de Jerusalém: "para que haja igualdade… como está escrito: Ao que muito colheu, não sobrou; e ao que pouco colheu, não faltou" 2Co 8.14-15. No filme, o homem do cesto cheio e o do cesto quase vazio medem, e os dois gômeres ficam cheios.

  4. 04

    A mesma noite, duas vezes

    Moisés manda: "Ninguém deixe dele para amanhã" Êx 16.19. Alguns deixam, e "criou bichos, e cheirava mal" Êx 16.20. Quatro versículos depois, no sexto dia, cai o dobro e Moisés manda o contrário: "tudo o que sobejar, ponde-o de lado para vós, guardando-o para amanhã" Êx 16.23. E o texto conta o resultado: "Guardaram-no, pois, até o dia seguinte, como Moisés tinha ordenado; e não cheirou mal, nem houve nele bicho algum" Êx 16.24. É o mesmo pão e o mesmo gesto. No hebraico, as duas noites terminam na mesma expressão, עַד־בֹּקֶר (ʿad-bōqer, "até a manhã", em 16.19 e 16.20; com artigo, ʿad-habbōqer, em 16.23 e 16.24). O mau cheiro é o mesmo verbo nas duas, bāʾash: וַיִּבְאַשׁ em 16.20, וְלֹא הִבְאִישׁ em 16.24; e a ordem se inverte, bicho e cheiro numa, cheiro e bicho na outra, coisa que a Almeida conservou. O que o texto muda é uma oração só: em 16.20, וְלֹא־שָׁמְעוּ אֶל־מֹשֶׁה (velōʾ-shāmeʿû ʾel-Mōsheh), "não deram ouvidos a Moisés"; em 16.24, כַּאֲשֶׁר צִוָּה מֹשֶׁה (kaʾasher tsiwwāh Mōsheh), "como Moisés tinha ordenado". A diferença entre o maná podre e o maná bom não estava no pão. Estava em obedecer à ordem daquele dia.

    Os verbos confirmam. O que apodreceu foi o maná "deixado de sobra": אַל־יוֹתֵר, וַיּוֹתִרוּ (yātar, 16.19-20). O que durou foi o "posto de lado para guarda": הַנִּיחוּ לָכֶם לְמִשְׁמֶרֶת (hannîḥû lākhem lemishmeret, 16.23). O capítulo usa o mesmo par mais uma vez, para o vaso de maná que Arão põe "diante do Senhor, a fim de que seja guardado" Êx 16.33 (vehannaḥ… lemishmeret), e o versículo seguinte repete a fórmula da obediência: "Como o Senhor tinha ordenado a Moisés" Êx 16.34. Em Êxodo 16, o maná que passa a noite sem apodrecer é o guardado por ordem: o do sábado e o do vaso. E a queixa contra os que saíram para colher no sétimo dia usa a mesma raiz de mishmeret: "Até quando recusareis guardar os meus mandamentos" Êx 16.28, lishmōr.

  5. 05

    "Eu sou o pão da vida"

    Muito tempo depois, em Cafarnaum, no dia seguinte à multiplicação dos pães Jo 6.22-25, os que procuravam Jesus lembram o deserto: "Nossos pais comeram o maná no deserto, como está escrito: Do céu deu-lhes pão a comer" Jo 6.31. Jesus corrige quem deu: "Não foi Moisés que vos deu o pão do céu; mas meu Pai vos dá o verdadeiro pão do céu" Jo 6.32. No grego, "deu" está no passado e "dá" no presente (δίδωσιν, dídōsin): o Pai está dando agora. E Jesus diz que pão é esse: "Eu sou o pão da vida; aquele que vem a mim, de modo algum terá fome" Jo 6.35, Ἐγώ εἰμι ὁ ἄρτος τῆς ζωῆς (egṓ eimi ho ártos tês zōês). Ele trata o maná como fato e diz o limite dele sem rodeio: "Vossos pais comeram o maná no deserto e morreram. Este é o pão que desce do céu, para que o que dele comer não morra" Jo 6.49-50. O maná tinha de ser colhido de novo a cada manhã, e quem o comeu morreu. No mesmo discurso Jesus separa "a comida que perece" da "comida que permanece para a vida eterna" Jo 6.27 (apollyménē e ménousa). Ver no maná que criou bichos um retrato da comida que perece é leitura nossa: em 6.27 Jesus fala dos pães que tinham comido na véspera, e o maná entra na conversa pela boca da multidão, no versículo 31.

Os detalhes do filme

Vêm do texto: o deserto de Sim, "que está entre Elim e Sinai" Êx 16.1; a murmuração e as panelas de carne Êx 16.2-3; as codornizes à tarde e o orvalho de manhã Êx 16.13; o chão coberto de coisa miúda como a geada Êx 16.14; a pergunta man hu Êx 16.15; uns colhendo mais e outros menos, e o gômer Êx 16.16-18; o maná que derretia "vindo o calor do sol" Êx 16.21; os bichos, o mau cheiro e Moisés indignado Êx 16.20; dois gômeres para cada um no sexto dia e os principais contando a Moisés Êx 16.22; o sábado com cada um no seu lugar Êx 16.29-30; os que saíram no sétimo dia e não acharam nada Êx 16.27; e a sinagoga de Cafarnaum, onde Jesus disse essas coisas Jo 6.59.

São escolhas do desenho: as montanhas no horizonte, para o caminho do Sinai; as tendas nesse feitio; a lembrança das panelas num balão; a vara na mão de Moisés, que aparece em outros capítulos (Êx 14.16, Êx 17.5) e não neste; os cestos de colher; o jarro onde o maná é guardado (o texto diz só que "deixaram dele"); o homem do jarro, que é o mesmo nas duas noites para a comparação ficar à vista, embora o texto fale de "alguns" em 16.20 e do povo todo em 16.24; a rocha onde Moisés senta no sábado; a janela da sinagoga com o mar da Galileia; o balão com a lembrança do maná sobre os ouvintes; e o homem que se levanta e vai até Jesus, desenho do "aquele que vem a mim" de 6.35. O filme não mostra o assar e o cozer do sexto dia Êx 16.23. O sublinhado em terracota no hebraico marca a única oração que muda entre 16.20 e 16.24; fora dele, a terracota é só de Jesus.

O que o filme não afirma

Não afirma que guardar, poupar ou planejar seja pecado. José armazenou trigo por sete anos por ordem de Deus Gn 41.35-36, e Provérbios manda aprender com a formiga, que "no verão faz a provisão do seu mantimento" Pv 6.8. O próprio capítulo manda guardar no sexto dia. A regra de 16.19 era do maná, dentro de uma prova anunciada Êx 16.4; o que apodreceu foi o maná guardado contra a ordem, não o celeiro.

Não afirma como o maná do sábado se conservou. Em 16.23 Moisés manda assar e cozer o que quisessem naquele dia e pôr de lado o que sobrasse; o texto não diz se o que sobrou estava cru ou cozido e não atribui a conservação ao forno. Diz "como Moisés tinha ordenado". Que tenha sido obra de Deus é a leitura mais natural do contraste, pois era o mesmo maná que derretia ao sol e apodrecia de um dia para o outro; o mecanismo, o texto não explica.

Não afirma como o gômer igualava. Êxodo 16.18 registra o resultado da medida; os comentaristas discutem se foi provisão sobrenatural ou partilha dentro de cada tenda ("cada um tomará para os que se acharem na sua tenda", Êx 16.16). Paulo lê o versículo como regra de igualdade entre irmãos 2Co 8.13-15. O filme mostra só o resultado.

Não afirma que Deus prove pela falta. O balanço da Escritura é de fartura: "ele lhes mandou comida em abundância" Sl 78.25; "por quarenta anos os sustentaste no deserto; não lhes faltou coisa alguma" Ne 9.21. A prova foi de medida exata. Também não afirma que o sábado do maná seja lei para a igreja: "Ninguém, pois, vos julgue… por causa de dias de festa, ou de lua nova, ou de sábados, que são sombras das coisas vindouras; mas o corpo é de Cristo" Cl 2.16-17.

Não afirma que Jesus comente Êxodo 16.20 ou 16.24. Em João 6 ele fala do maná como pão que não veio de Moisés e que não livrou da morte; a ligação entre o maná que apodreceu e "a comida que perece" é inferência, dita como tal no item 05.

O traço em terracota é sinal, não retrato: não tem rosto nem aparência. É sempre o mesmo, em todos os filmes da Emet Efatá, e marca onde ele está na cena.


Versículos consultados

Todas as passagens citadas no estudo, em ordem canônica, com o texto por extenso — 8 livros, 48 versículos. Clique no + para abrir cada livro.

Texto da Almeida Revisada Imprensa Bíblica, de domínio público. Os trechos transcritos na NVI ao longo do estudo estão listados abaixo.

Gênesis22.1; 41.35-36  ·  3 vers.
  • 22.1  Sucedeu, depois destas coisas, que Deus provou a Abraão, dizendo-lhe: Abraão! E este respondeu: Eis-me aqui.
  • 41.35  e ajuntem eles todo o mantimento destes bons anos que vêm, e amontoem trigo debaixo da mão de Faraó, para mantimento nas cidades e o guardem;
  • 41.36  assim será o mantimento para provimento da terra, para os sete anos de fome, que haverá na terra do Egito; para que a terra não pereça de fome.
Êxodo14.16; 16.1-4,13-24,27-31,33-34,36; 17.5  ·  26 vers.
  • 14.16  E tu, levanta a tua vara, e estende a mão sobre o mar e fende-o, para que os filhos de Israel passem pelo meio do mar em seco.
  • 16.1  Depois partiram de Elim; e veio toda a congregação dos filhos de Israel ao deserto de Sim, que está entre Elim e Sinai, aos quinze dias do segundo mês depois que saíram da terra do Egito.
  • 16.2  E toda a congregação dos filhos de Israel murmurou contra Moisés e contra Arão no deserto.
  • 16.3  Pois os filhos de Israel lhes disseram: Quem nos dera que tivéssemos morrido pela mão do Senhor na terra do Egito, quando estávamos sentados junto às panelas de carne, quando comíamos pão até fartar! porque nos tendes tirado para este deserto, para matardes de fome a toda esta multidão.
  • 16.4  Então disse o Senhor a Moisés: Eis que vos farei chover pão do céu; e sairá o povo e colherá diariamente a porção para cada dia, para que eu o prove se anda em minha lei ou não.
  • 16.13  E aconteceu que à tarde subiram codornizes, e cobriram o arraial; e pela manhã havia uma camada de orvalho ao redor do arraial.
  • 16.14  Quando desapareceu a camada de orvalho, eis que sobre a superfície do deserto estava uma coisa miúda, semelhante a escamas, coisa miúda como a geada sobre a terra.
  • 16.15  E, vendo-a os filhos de Israel, disseram uns aos outros: Que é isto? porque não sabiam o que era. Então lhes disse Moisés: Este é o pão que o Senhor vos deu para comer.
  • 16.16  Isto é o que o Senhor ordenou: Colhei dele cada um conforme o que pode comer; um gômer para cada cabeça, segundo o número de pessoas; cada um tomará para os que se acharem na sua tenda.
  • 16.17  Assim o fizeram os filhos de Israel; e colheram uns mais e outros menos.
  • 16.18  Quando, porém, o mediam com o gômer, nada sobejava ao que colhera muito, nem faltava ao que colhera pouco; colhia cada um tanto quanto podia comer.
  • 16.19  Também disse-lhes Moisés: Ninguém deixe dele para amanhã.
  • 16.20  Eles, porém, não deram ouvidos a Moisés, antes alguns dentre eles deixaram dele para o dia seguinte; e criou bichos, e cheirava mal; por isso indignou-se Moisés contra eles.
  • 16.21  Colhiam-no, pois, pela manhã, cada um conforme o que podia comer; porque, vindo o calor do sol, se derretia.
  • 16.22  Mas ao sexto dia colheram pão em dobro, dois gômeres para cada um; pelo que todos os principais da congregação vieram, e contaram-no a Moisés.
  • 16.23  E ele lhes disse: Isto é o que o Senhor tem dito: Amanhã é repouso, sábado santo ao Senhor; o que quiserdes assar ao forno, assai-o, e o que quiserdes cozer em água, cozei-o em água; e tudo o que sobejar, ponde-o de lado para vós, guardando-o para amanhã.
  • 16.24  Guardaram-no, pois, até o dia seguinte, como Moisés tinha ordenado; e não cheirou mal, nem houve nele bicho algum.
  • 16.27  Mas aconteceu ao sétimo dia que saíram alguns do povo para o colher, e não o acharam.
  • 16.28  Então disse o Senhor a Moisés: Até quando recusareis guardar os meus mandamentos e as minhas leis?
  • 16.29  Vede, visto que o Senhor vos deu o sábado, por isso ele no sexto dia vos dá pão para dois dias; fique cada um no seu lugar, não saia ninguém do seu lugar no sétimo dia.
  • 16.30  Assim repousou o povo no sétimo dia.
  • 16.31  A casa de Israel deu-lhe o nome de maná. Era como semente de coentro; era branco, e tinha o sabor de bolos de mel.
  • 16.33  Disse também Moisés a Arão: Toma um vaso, mete nele um gômer cheio de maná e põe-no diante do Senhor, a fim de que seja guardado para as vossas gerações.
  • 16.34  Como o Senhor tinha ordenado a Moisés, assim Arão o pôs diante do testemunho, para ser guardado.
  • 16.36  Um gômer é a décima parte de uma efa.
  • 17.5  Então disse o Senhor a Moisés: Passa adiante do povo, e leva contigo alguns dos anciãos de Israel; toma na mão a tua vara, com que feriste o rio, e vai-te.
Neemias9.21  ·  1 vers.
  • 9.21  Sim, por quarenta anos os sustentaste no deserto; não lhes faltou coisa alguma; a sua roupa não envelheceu, e os seus pés não se incharam.
Salmos78.25  ·  1 vers.
  • 78.25  Cada um comeu o pão dos poderosos; ele lhes mandou comida em abundância.
Provérbios6.8  ·  1 vers.
  • 6.8  no verão faz a provisão do seu mantimento, e ajunta o seu alimento no tempo da ceifa.
João6.22-25,27,31-32,35,49-50,59  ·  11 vers.
  • 6.22  No dia seguinte, a multidão que ficara no outro lado do mar, sabendo que não houvera ali senão um barquinho, e que Jesus não embarcara nele com seus discípulos, mas que estes tinham ido sós
  • 6.23  (contudo, outros barquinhos haviam chegado a Tiberíades para perto do lugar onde comeram o pão, havendo o Senhor dado graças);
  • 6.24  quando, pois, viram que Jesus não estava ali nem os seus discípulos, entraram eles também nos barcos, e foram a Cafarnaum, em busca de Jesus.
  • 6.25  E, achando-o no outro lado do mar, perguntaram-lhe: Rabi, quando chegaste aqui?
  • 6.27  Trabalhai, não pela comida que perece, mas pela comida que permanece para a vida eterna, a qual o Filho do homem vos dará; pois neste, Deus, o Pai, imprimiu o seu selo.
  • 6.31  Nossos pais comeram o maná no deserto, como está escrito: Do céu deu-lhes pão a comer.
  • 6.32  Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo: Não foi Moisés que vos deu o pão do céu; mas meu Pai vos dá o verdadeiro pão do céu.
  • 6.35  Declarou-lhes Jesus: Eu sou o pão da vida; aquele que vem a mim, de modo algum terá fome, e quem crê em mim jamais terá sede.
  • 6.49  Vossos pais comeram o maná no deserto e morreram.
  • 6.50  Este é o pão que desce do céu, para que o que dele comer não morra.
  • 6.59  Estas coisas falou Jesus quando ensinava na sinagoga em Cafarnaum.
2 Coríntios8.13-15  ·  3 vers.
  • 8.13  Pois digo isto não para que haja alívio para outros e aperto para vós,
  • 8.14  mas para que haja igualdade, suprindo, neste tempo presente, na vossa abundância a falta dos outros, para que também a abundância deles venha a suprir a vossa falta, e assim haja igualdade;
  • 8.15  como está escrito: Ao que muito colheu, não sobrou; e ao que pouco colheu, não faltou.
Colossenses2.16-17  ·  2 vers.
  • 2.16  Ninguém, pois, vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa de dias de festa, ou de lua nova, ou de sábados,
  • 2.17  que são sombras das coisas vindouras; mas o corpo é de Cristo.

Versões citadas: ARA Almeida Revista e Atualizada · ARC Almeida Revista e Corrigida · AA Almeida Revisada Imprensa Bíblica · NVI Nova Versão Internacional.


Fontes

Emet Efatá 10 · Elaborado por Eric Rocha

Criado em  ·  Última atualização em